Começou assim, estava andando por uma rua com minha câmera, olhei para a direita e vi um diretor gravando um filme, parei e falei com ele, alguns instantes depois saí, subindo uma rua vi um primo meu, mostrei minha câmera para ele e o que tinha gravado, mas algo estranho aconteceu toda a minha gravação havia sumido e foi substituída por outra, nela nós dois atravessávamos um campo de obstáculos porém em um deles eu caí e morri.
Então ele me levou até um local, era o mesmo da gravação então começamos a correr, primeiro escalei uma parede, depois corri e pulei para outro lugar, passei por barras suspensas e por último escalei uma corda, me despedi dele e desci a rua que estava diferente, três bodes selvagens protegiam a passagem, cada um dos chifres eram ondulados e apontavam para a esquerda e a direita, fui até o primeiro e o matei com o próprio chifre, o segundo matei com o corpo do anterior, o terceiro estava preso em um buraco e era difícil de acertar então peguei uma tampa de concreto e o acertei na cabeça.
Saí dali e fui parar em outra rua, ali vários motoqueiros passavam cantando, mas não pude ouvir o que era, eles me desafiaram para uma corrida e aceitei porém fugi dali, alguns metros depois me escondi atrás de uma árvore, então comecei a ouvir uma música de carro de doces e uma voz disse:
-Você tem sorte dele passar agora, é um carro de doces, se deixarem cair pegue.
Então o carrinho passou e uma bala de goma roxa gigante caiu, eu peguei e comi um pedaço, me senti estranho, voltei a subir a rua e cheguei em uma arquibancada cheia, então acordei.
Então ele me levou até um local, era o mesmo da gravação então começamos a correr, primeiro escalei uma parede, depois corri e pulei para outro lugar, passei por barras suspensas e por último escalei uma corda, me despedi dele e desci a rua que estava diferente, três bodes selvagens protegiam a passagem, cada um dos chifres eram ondulados e apontavam para a esquerda e a direita, fui até o primeiro e o matei com o próprio chifre, o segundo matei com o corpo do anterior, o terceiro estava preso em um buraco e era difícil de acertar então peguei uma tampa de concreto e o acertei na cabeça.
Saí dali e fui parar em outra rua, ali vários motoqueiros passavam cantando, mas não pude ouvir o que era, eles me desafiaram para uma corrida e aceitei porém fugi dali, alguns metros depois me escondi atrás de uma árvore, então comecei a ouvir uma música de carro de doces e uma voz disse:
-Você tem sorte dele passar agora, é um carro de doces, se deixarem cair pegue.
Então o carrinho passou e uma bala de goma roxa gigante caiu, eu peguei e comi um pedaço, me senti estranho, voltei a subir a rua e cheguei em uma arquibancada cheia, então acordei.