domingo, 10 de dezembro de 2017

Escravo

Esse é um sonho bem antigo que eu tive há uns dez anos atrás mas lembro dele com ricos detalhes...

Começou assim, eu estava em um lugar subterrâneo porém muito bem iluminado, trabalha roboticamente, sem expressar nenhum tipo de emoção, apenas pegava pedras grandes e levava para outro lugar, instantes depois uma sirene tocou, era hora do almoço todos que estavam ali formaram uma fila, no começo dela havia um tipo de alçapão onde a refeição caía, porém não era comida eram três capsulas, uma de água outra de gordura e a terceira de vitaminas e proteínas, chegou minha vez e recebi minha "refeição", engoli as três capsulas e voltei ao trabalho, em um certo momento uma pedra se soltou do teto e bateu em minha cabeça, então eu saí daquele transe, perguntei "-Onde estou?" olhei ao redor tentando reconhecer o lugar, parei algumas pessoas tentando perguntar onde estava, mas fui ignorado, eles só olhavam pra frente nem sequer piscavam, então resolvi descobrir sozinho, subi uma escada e comecei a explorar o lugar, de repente um alarme começou a tocar, uma voz dizia nos alto falantes "-Um dos escravos acordou, ele deve ser capturado e adormecido, se chegar a superfície deve ser morto!" então comecei a correr cheguei em uma escada e subi, no fim dele tinha uma escotilha, com muito esforço consegui abrir, ao atravessar a saída vi um cenário de guerra, estava em uma rua, ao longe vi muita fumaça, varias carcaças de carros enferrujadas espalhadas por ali, ao olhar para cima vi um outdoor com a imagem de um homem gordo, de terno preto, cartola e charuto na boca com um largo sorriso macabro, então tudo sumiu e eu acordei.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Justiceiro

Esse sonho foi rapido, começou assim estava em uma vila, acredito que era uma vila africana pois todos eram negros e usavam roupas tipicas, eu andava por uma rua quando começou uma confusão, no final da rua tinha um morro de entulho e sucata, varias motos saltaram dali e sairam pelo povoado, acredito que eram bandidos devido ao pânico dos locais, olhei para os lados e vi um disco de metal então peguei e joguei nos que ainda estavam no morro, assim que os atingiu houve uma explosão bem estilo power rangers e o disco voltou pra minha mão, após alguns segundos de calma uma pessoa apareceu, um homem negro apareceu no alto morro, usava uma calça branca e estava sem camisa, extremente musculoso e olhava ao redor, não consegui ver seu rosto pois minha visão estava desfocada.
-Labimba!
Foi o que gritaram o que eu acho ser o nome dele os outros bandidos, "Ferrou, esse cara vai me matar!" pensei, saí correndo vi pelo canto do olho que uma pessoa atirou um disco de metal que bateu em Labimba e voltou em mim "Caramba essas bostas ficam voltando pra mim eles vão me descobrir!" pensei de novo, entrei num restaurante abandonado e me escondi em um frigorifico desligado, então acordei com minha filha pequena chorando.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Queimado em carne

É um sonho antigo que ainda me lembro com ricos detalhes.
 Começou assim eu estava amarrado em uma estaca com alguns pedaços de lenha embaixo dos meus pés, alguns metros á frente algumas pessoas estavam presas em uma gaiola provavelmente esperando sua vez para tomarem meu lugar na estaca, ao redor pessoas me olhavam com ódio e gritavam mas não conseguia entender o que falavam, algumas seguravam garfos de feno e outras bastões e tochas, reconheci uma tia e uma prima minha presa na gaiola, pelo lado esquerdo se aproximou um homem, parecia ser um padre, ele me olhou e se voltou para as pessoas ao redor e começou a falar:
 -Este homem é imundo! Segue e pratica coisas contra nossa fé e sua sentença foi dada!
 Então ele saiu e a  primeira tocha foi jogada, imediatamente o fogo começou a me queimar, instantes depois chegou em meu rosto então acordei. 

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Guerra

 Começou assim, eu estava sentado no chão em um parque, estava coberto de neve, ao longe ouvia vozes falando, era alemão um rapaz estava ao meu lado, levantamos e fomos na direção de uma cabana de madeira um homem velho estava na janela estava bem castigado pela idade, dentes estragados e pele muito ressecada e enrrugada, ao lado da janela tinha uma fila, as pessoas trocavam objetos por comida, vi que o velho foi grosseiro com uma moça por ela ter tentado trocar uma arma de brinquedo por algum alimento, ela saiu triste por ter fracassado, eu peguei meu lugar e aguardei minha vez, o rapaz que estava junto de mim disse:
- Cara tem certeza que vai trocar nossa única arma? Vamos ficar sem defesa!
- Mas você esta a vários dias sem comer e também somos praticamente invisíveis aqui! -respondi
 Ao chegar minha vez mostrei a arma, uma glock 17 em pleno funcionamento, o homem velho a olhou e falou em inglês:
- What we got here, it's a good thing to change, I'll keep it! (O que temos aqui, é um bom objeto de troca vou ficar!)
 Ele pegou a arma e me deu uma banana que estava quase estragando, ao pegar agradeci em alemão "Danke!", dei a fruta ao meu amigo e saímos dali, mais a frente vi em uma ponte que alguns robôs revistavam as pessoas em busca de dinheiro, nem perguntavam apenas erguiam o coitado e passavam o detector em busca de moedas, em segundos vi meu amigo pegar um deles e quebrá-lo no chão, indignada a máquina disse:
- Como ousa atacar um agente do Reich!
Então eu pensei, "robôs na Alemanha nazista?" Fui até a ponte, o robô caido tinha uma tela com um sinal de alerta e um mapa com um ponto em distaque virei para meu amigo e mandei fugir, então acordei.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Dimensão paralela

Começou assim, eu estava em uma margem, estava tudo escuro não haviam estrelas vi algumas colunas brancas que emanavam um brilho azulado, ao meu lado esquerdo tinha uma máquina com algumas pistolas penduradas, fui até ela e peguei uma coloquei em minha cabeça e disse "Isso vai restaurar minhas energias", apertei o gatilho e um raio azul claro saiu, na hora me senti revigorado, em seguida passou um trem do outro lado da água pude ver que tinham muitas crianças nele, olhei pro lado e um garoto estava ali, ele olhou pra máquina e disse:
  -O que é isso aí?
  -Nada vai embora! respondi a ele
  O garoto avançou para tocar na máquina e o segurei, ele foi de novo e o joguei no chão, peguei uma faca no bolso, o garoto voltou e o golpeei ele levantou e disse:
  -Viu? Não aconteceu nada, você sempre vem aqui durante o sono e fiquei curioso em te ver.
  De repente eu acordei com minha filha chorando, acalmei ela e adormeci de novo, estava lá novamente dessa vez numa canoa branca que emanava o brilho azulado das colunas um senhor remava e me disse:
  -Bem vindo de volta, acho que é a primeira vez que te vejo aqui já estamos chegando na margem.
  Instantes depois chegamos, uma pessoa me aguardava, eu desci da canoa me conduziram por um corredor com grades dos lados, a pessoa que me conduzia virou para mim e disse:
  - Eu não tenho muito tempo, pega esse número e memoriza quando acordar anote num papel pra não esquecer ta bom?
  Olhei o número, era bem grande mas infelismente só lembro de oito dígitos 12345369.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Perseguição

 Bom não me lembro como esse sonho começou, apenas que estava numa rua escura e vi uma van e lá tinha dois homens eles haviam acabado de comprá-la, por dentro estava vazia de infra-estrutura apenas os bancos de passageiros e motorista, de repente alguém chegou anunciando um assalto e quebrou um dos vidros  os dois assustados aceleraram o carro e sairam dali, com um flash estava no meio de uma construção  que estava nos estagios iniciais apenas vigas de ferro haviam sido erguidas, ao longe vi um movimento estranho me aproximei e vi um carro branco com um desenho que não me lembro qual era e também pude ouvir gritos  consegui ver algumas pessoas perto, eram dois homens e duas mulheres e dois jovens amarrados no chão, observei os jovens melhor e vi que eram os donos da van roubada consegui ouvir o que falavam e soube que os quatro em pé eram vigilantes que supostamente faziam o papel da polícia, então pensei "Nossa pra vigilantes são bem burros" depois outro flash estava de dia, andava por uma rua, usava meu uniforme de trabalho uma camiseta e calça azul escuro com me crachá pendurado estava procurando ajuda pois meu celular havia sido roubado encontrei uma moça ela havia recuperado meu objeto e devolveu, mas assim que sai ficou desconfiada e começou a me seguir comecei a me incomodar com aquilo e apertei o passo, sem entender nada olhei para trás e vi que os vigilantes da noite passada também estavam atrás de mim, então disparei para dentro de um beco e corri o mais rapido que pude pelos degraus dali, em um certo ponto a escada era bem inclinada então pulei, caindo rapido longos instantes depois encontrei o chão cravando com força meus pés nele, continuei correndo e após alguns metros me escondi, porém não adiantou e continuei correndo depois de algum tempo começou a chover e encontrei degraus gigantescos, a água corria deles como uma cachoeira prontamente tomei coragem e subi neles ao chear no topo vi que cheguei num bairro simples de casas antigas, vi uma pequena placa que dizia "Mooca" então pensei 'Caramba corri da Liberdade até a Mooca?!' ao longe ouvi as vozes dos vigilantes subi na laje de uma casa no meio de havia um quadrado aberto e estava cheia d'água encostei em uma parede e fiquei olhando pro buraco alagado, então uma luz começou a envolver tudo, então acordei.